Conforme estimativas baseadas em levantamentos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 35% da população adulta brasileira têm peso acima do desejável, afetando 13% das mulheres, 7% dos homens e 15% das crianças. Os índices estão crescendo. Comparando dados dos estudos do IBGE em 1974 com os do Programa Nacional de Saúde e Nutrição (PNSN) em 1989, verifica-se expressivo aumento da obesidade em adultos entre 25 e 64 anos de idade (WANNMACHER, 2004).
O número maior de casos de sobrepeso e obesidade em adultos jovens tem despertado a preocupação dos profissionais da área da saúde, em especial Nutricionista, uma vez que essa população lança mão de esquemas alimentares infundados, o que constituem um perigo para a saúde. Sendo interessante ressaltar que cada época uma dessas dietas se torna à dieta da moda, surgindo como solução final para o problema da obesidade e o culto do corpo perfeito (GONZÁLEZ, 1997).
A preocupação excessiva com o peso corpóreo entre a população tem levado a utilização de dietas restritivas sem acompanhamento profissional com o intuito de promover uma perda de peso rápida e significativa, representando um risco à saúde, sendo necessária a adoção de estratégias para realização de dietas seguras com orientação profissional.
As dietas sem acompanhamento profissional geralmente visam promover uma perda de peso em curto período de tempo. Estas dietas, normalmente, tornam-se monótonas e enjoativas e por restringirem muitos alimentos e nutrientes podem resultar numa grande perda de massa magra e água. Desta forma, não se observa uma mudança nos hábitos alimentares destes indivíduos, o que poderá, posteriormente, contribuir para a recuperação do peso corpóreo (GONZÁLEZ, 1997).
O estudo realizado por Morelli & Burini (2006), mostrou que todas as dietas restritivas em energia trazem conseqüências metabólicas cujas gravidades estão associadas à composição da dieta e a duração do seu uso. Quando esta restrição energética atinge 45% dos alimentos ingeridos ocorre a perda de massa magra de até 25% do peso eliminado e isso trás conseqüências como flacidez, fraqueza, distúrbios hidroeletrolíticos, anemia, dislipidemias, anormalidades hepáticas e distúrbios alimentares.
Medicações e dietas restritivas não mostram vantagem a longo prazo sobre a aquisição e manutenção de hábitos de vida saudável, devendo estar sob orientação profissional ao uso de qualquer um desses recursos. Tanto homens como mulheres apresentaram distorção na autopercepção da imagem corporal, superestimando-a.
Portanto, ocorre a necessidade de programas de educação alimentar e promoção da atividade física como forma de auxiliar na prevenção de agravos à saúde como o sedentarismo e a inadequação alimentar.
SEJA ATIVO...ADEQUE SUA ALIMENTAÇÃO!!!
PROCURE UM NUTRICIONISTA
Deixando minha markinha!!!
ResponderExcluirbjosss
te adoro!!!